<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="static/style.xsl"?><OAI-PMH xmlns="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/ http://www.openarchives.org/OAI/2.0/OAI-PMH.xsd"><responseDate>2026-04-28T22:31:01Z</responseDate><request verb="GetRecord" identifier="oai:riubu.ubu.es:10259/11269" metadataPrefix="marc">https://riubu.ubu.es/oai/request</request><GetRecord><record><header><identifier>oai:riubu.ubu.es:10259/11269</identifier><datestamp>2026-01-23T01:05:42Z</datestamp><setSpec>com_10259_6781</setSpec><setSpec>com_10259_5086</setSpec><setSpec>com_10259_2604</setSpec><setSpec>col_10259_10925</setSpec></header><metadata><record xmlns="http://www.loc.gov/MARC21/slim" xmlns:doc="http://www.lyncode.com/xoai" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/MARC21/slim http://www.loc.gov/standards/marcxml/schema/MARC21slim.xsd">
<leader>00925njm 22002777a 4500</leader>
<datafield tag="042" ind1=" " ind2=" ">
<subfield code="a">dc</subfield>
</datafield>
<datafield tag="720" ind1=" " ind2=" ">
<subfield code="a">Prieto Álvarez, Tomás</subfield>
<subfield code="e">author</subfield>
</datafield>
<datafield tag="720" ind1=" " ind2=" ">
<subfield code="a">Miranda Barbosa, Mafalda</subfield>
<subfield code="e">author</subfield>
</datafield>
<datafield tag="260" ind1=" " ind2=" ">
<subfield code="c">2020</subfield>
</datafield>
<datafield tag="520" ind1=" " ind2=" ">
<subfield code="a">Tem-se assistido hoje, num tempo que podemos cunhar de pós-modernidade, a um abalo dos alicerces de compreensão do ser humano. Não raras são as vezes em que a mesmíssima dignidade que nos permitia destrinçar o justo do injusto é invocada para justificar comportamentos atentatórios do sentido da pessoalidade com que nos habituámos a pensar.&#xd;
&#xd;
É o direito capaz de sobreviver à aprovação do aborto, da eutanásia, da identidade de género, da maternidade de substituição, à tentativa de equiparação entre humanos e animais, à busca de personificação dos robots ou de robotização do homem?&#xd;
&#xd;
O denominador comum de todas estas ideias tem sido o desenvolvimento da personalidade, muitas vezes confundido com a liberdade. na obra que se apresenta pretendemos refletir, com apelo ao sentido ético-axiológico da juridicidade, sobre o conteúdo, o sentido e os limites desse direito ao livre desenvolvimento da personalidade.</subfield>
</datafield>
<datafield tag="024" ind2=" " ind1="8">
<subfield code="a">978-989-8951-31-1</subfield>
</datafield>
<datafield tag="024" ind2=" " ind1="8">
<subfield code="a">https://hdl.handle.net/10259/11269</subfield>
</datafield>
<datafield tag="245" ind1="0" ind2="0">
<subfield code="a">O direito ao livre desenvolvimento da personalidade. Sentido e limites</subfield>
</datafield>
</record></metadata></record></GetRecord></OAI-PMH>