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<dc:title>O trabalho de campo como um lugar em processo: experiências de uma pesquisa geográfica com a população em situação de rua numa grande metrópole</dc:title>
<dc:creator>Robaina, Igor Martins Medeiros</dc:creator>
<dc:subject>Trabalho de campo</dc:subject>
<dc:subject>Pesquisa qualitativa</dc:subject>
<dc:subject>Espacialidade</dc:subject>
<dc:subject>Epistemologia</dc:subject>
<dc:subject>População em situação de rua</dc:subject>
<dc:subject>Fieldwork</dc:subject>
<dc:subject>Qualitative research</dc:subject>
<dc:subject>Spatiality</dc:subject>
<dc:subject>Epistemology</dc:subject>
<dc:subject>Homeless</dc:subject>
<dc:description>O trabalho de campo é uma importante prática da geografia em diferentes perspectivas.  Este  artigo  insere-se  nesse  contexto  com  uma  experiência  de  pesquisa  que  entende  o  trabalho  de  campo  não  só  como  instrumento  específico  para  a  obtenção  de  dados,  mas  como  um  processo  de  construção  de  conhecimento  marcado  pela  vivência  do  pesquisador  em  campo,  com  lógicas  e  dinâmicas  socioespaciais de interação, posicionalidade e reflexividade. A pesquisa qualitativa analisou espacialidades cotidianas de pessoas em situação de rua na área central da cidade do Rio de Janeiro. Procurou-se compreender essas espacialidades por meio de aproximação e entrada no campo, diálogos, conflitos, limites e ética na pesquisa. Assim, o próprio o trabalho de campo constituiu-se num desafio epistemológico e ensejou reflexões e eventuais subsídios para a pesquisa geográfica.</dc:description>
<dc:description>Fieldwork  is  an  important  practice  within  geography,  and  scholarship  about  this  theme  is  quite  diverse.  This  article  discusses  a  research  experience  that  problematizes our understanding of fieldwork, not only as a moment to collect data, but as a process of constructing knowledge. This process is characterized by the experience of the researcher through socio-spatial logistics and dynamics of interaction, positionality, and reflexivity. This qualitative research in question analyzed the everyday spatialities of central Rio de Janeiro’s homeless population. The  effort  to  understand  these  spatialities  raises  questions  about  entering  the  field, as well as the conflicts, limits, and ethics of this research. As such, fieldwork represents an epistemological challenge for researchers and provides possibilities for future scholarship within geography.</dc:description>
<dc:date>2022-06-15T09:50:38Z</dc:date>
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<dc:date>2018-01</dc:date>
<dc:type>info:eu-repo/semantics/article</dc:type>
<dc:identifier>1414-7416</dc:identifier>
<dc:identifier>http://hdl.handle.net/10259/6717</dc:identifier>
<dc:identifier>10.11606/issn.2179-0892.geousp.2018.137916</dc:identifier>
<dc:identifier>2179-0892</dc:identifier>
<dc:language>por</dc:language>
<dc:relation>GEOUSP, Espaço e Tempo. 2018, V. 22, n. 1, p. 241-256</dc:relation>
<dc:relation>https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2018.137916</dc:relation>
<dc:rights>http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/</dc:rights>
<dc:rights>info:eu-repo/semantics/openAccess</dc:rights>
<dc:rights>Atribución-NoComercial 4.0 Internacional</dc:rights>
<dc:publisher>Universidade de São Paulo</dc:publisher>
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