Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://hdl.handle.net/10259/12266
Título
Aprendizajes, colaboración y desafíos en la intervención socioeducativa con menores infractores: experiencia formativa con universitarias de Pedagogía y Educación Social
Otro título
Learning, collaboration, and challenges in socio‑educational intervention
with juvenile offenders: a training experience with university students of pedagogy
and social education
Aprendizagens, colaboração e desafios na intervenção socioeducativa
com menores infratores: experiência formativa com estudantes universitárias
de pedagogia e educação social
Autor
Publicado en
Pedagogía social: revista interuniversitaria. 2026, N. 49, p. 299-314
Editorial
Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social
Fecha de publicación
2026-03
ISSN
1139-1723
DOI
10.7179/PSRI_2026.49.16
Resumo
La intervención socioeducativa con menores infractores articula saberes
multidisciplinares orientados a la desistencia, el bienestar emocional y la construcción
de una identidad prosocial. El acompañamiento sostenido y adaptado a las necesidades
socioeducativas tiene potencial para promover regulación emocional y prevenir conductas
de riesgo, incluso puede contribuir proactivamente a la salud mental. Este escenario brinda
una oportunidad formativa estratégica entre educación social y pedagogía y Fiscalía de
Menores a través del aprendizaje-servicio. La implicación activa en procesos restaurativos
de menores no reincidentes con delitos menores permite el análisis de las competencias
profesionalizantes demandadas, valorando su impacto en el desarrollo profesional y ético.
El trabajo planteó un estudio de caso cualitativo centrado en seis estudiantes de pedagogía
y educación social que participaron en un aprendizaje-servicio con menores infractores,
que incluía una formación específica y una fase de implementación de programas
personalizados. La estrategia metodológica principal fue el grupo de discusión: uno previo a la formación e intervención y otro posterior, complementado con las memorias
autoevaluativas. Los resultados destacan la emergencia de cuatro categorías: (1) procesos
de ajuste y aprendizaje profesionalizante, (2) competencias socioeducativas desplegadas,
(3) condiciones colaborativas del acompañamiento y (4) deontología. Las estudiantes
reformularon sus expectativas iniciales, priorizando objetivos educativos y reflexionando
críticamente sobre su práctica. Además, capitalizaron aprendizajes como la adaptación, la
desnaturalización de la violencia y la construcción de vínculos educativos. La colaboración
entre pares y la evaluación compartida fortalecieron la intervención. Finalmente, emergió
un compromiso deontológico, evidenciando que la intervención socioeducativa exige
sensibilidad, responsabilidad y vocación, más allá del cumplimiento técnico de tareas.
La experiencia analizada evidencia que el aprendizaje-servicio, aplicado en contextos
de intervención con menores infractores, configura un escenario formativo integral que
transforma la mirada profesional del estudiantado, articula saberes prácticos y éticos, y
promueve una comprensión situada, crítica y comprometida de la acción socioeducativa Socio‑educational intervention with juvenile offenders integrates
multidisciplinary knowledge aimed at desistance, emotional well‑being, and the construction
of a prosocial identity. Sustained accompaniment tailored to socio‑educational needs has
the potential to promote emotional regulation and prevent risk behaviours and can even
contribute proactively to mental health. This context offers a strategic training opportunity
connecting social education and pedagogy with the Juvenile Prosecutor’s Office
through service‑learning. Active involvement in restorative processes with non‑recidivist
minors responsible for minor offences enables the analysis of required professionalising
competencies and an assessment of their impact on professional and ethical development.
This study employed a qualitative case study centred on six pedagogy and social education
students who took part in a service‑learning experience with juvenile offenders, which
included specific training and an implementation phase of personalised programmes.
The main methodological strategy was the discussion group-one prior to the training and
intervention and another afterwards-complemented by self‑evaluation reports.
The results highlight the emergence of four categories: (1) processes of adjustment and
professional learning, (2) socio‑educational competencies demonstrated, (3) collaborative
conditions of accompaniment, and (4) deontology. The students reframed their initial
expectations, prioritising educational objectives and engaging in critical reflection on their
practice. They also capitalised on learning such as adaptation, the denormalisation of
violence, and the building of educational bonds. Peer collaboration and shared evaluation
strengthened the intervention. Finally, a deontological commitment emerged, evidencing
that socio‑educational intervention demands sensitivity, responsibility, and a sense of
vocation beyond the mere technical completion of tasks. The analysed experience shows
that Service‑Learning, when applied in contexts of intervention with juvenile offenders,
constitutes a comprehensive formative setting that transforms students’ professional
outlook, integrates practical and ethical knowledge, and promotes a situated, critical, and
committed understanding of socio‑educational action A intervenção socioeducativa com menores infratores integra saberes
multidisciplinares orientados para a desistência, o bem‑estar emocional e a construção de
uma identidade pró‑social. O acompanhamento continuado e ajustado às necessidades
socioeducativas tem potencial para promover a regulação emocional e prevenir
comportamentos de risco, podendo inclusive contribuir proativamente para a saúde mental.
Este cenário oferece uma oportunidade formativa estratégica que aproxima a educação
social e a pedagogia do Ministério Público de Menores através da aprendizagem‑serviço.
A implicação ativa em processos restaurativos de menores não reincidentes, autores de
infrações de menor gravidade, permite analisar as competências profissionais requeridas e
avaliar o seu impacto no desenvolvimento profissional e ético.
O estudo adotou um estudo de caso qualitativo centrado em seis estudantes de pedagogia
e educação social que participaram numa experiência de Aprendizagem‑Serviço com
menores infratores, incluindo uma formação específica e uma fase de implementação de
programas personalizados. A estratégia metodológica principal foi o grupo de discussãoum
antes da formação e intervenção e outro posterior-complementado por memórias
autoavaliativas.
Os resultados salientam a emergência de quatro categorias: (1) processos de ajustamento
e aprendizagem profissionalizante, (2) competências socioeducativas mobilizadas, (3)
condições colaborativas do acompanhamento e (4) deontologia. As estudantes reformularam
as suas expetativas iniciais, priorizando objetivos educativos e refletindo criticamente sobre
a sua prática. Além disso, capitalizaram aprendizagens como a adaptação, a desnaturalização
da violência e a construção de vínculos educativos. A colaboração entre pares e a avaliação
partilhada fortaleceram a intervenção. Por fim, emergiu um compromisso deontológico,
evidenciando que a intervenção socioeducativa exige sensibilidade, responsabilidade e vocação, para além do mero cumprimento técnico de tarefas. A experiência analisada
mostra que a Aprendizagem‑Serviço, aplicada em contextos de intervenção com menores
infratores, configura um cenário formativo integral que transforma o olhar profissional do
corpo discente, articula saberes práticos e éticos e promove uma compreensão situada,
crítica e comprometida da ação socioeducativa.
Palabras clave
Justicia juvenil
Aprendizaje-servicio
Desarrollo profesional
Intervención socioeducativa
Ética profesional
Materia
Aprendizaje servicio
Service learning
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