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    Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://hdl.handle.net/10259/12266

    Título
    Aprendizajes, colaboración y desafíos en la intervención socioeducativa con menores infractores: experiencia formativa con universitarias de Pedagogía y Educación Social
    Otro título
    Learning, collaboration, and challenges in socio‑educational intervention with juvenile offenders: a training experience with university students of pedagogy and social education
    Aprendizagens, colaboração e desafios na intervenção socioeducativa com menores infratores: experiência formativa com estudantes universitárias de pedagogia e educação social
    Autor
    Merino Orozco, AbelAutoridad UBU Orcid
    Torre Cruz, Tamara de laAutoridad UBU Orcid
    Martínez Pérez, AlejandroAutoridad UBU
    Rodríguez Cano, SoniaAutoridad UBU Orcid
    Luis Rico, María IsabelAutoridad UBU Orcid
    Publicado en
    Pedagogía social: revista interuniversitaria. 2026, N. 49, p. 299-314
    Editorial
    Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social
    Fecha de publicación
    2026-03
    ISSN
    1139-1723
    DOI
    10.7179/PSRI_2026.49.16
    Resumo
    La intervención socioeducativa con menores infractores articula saberes multidisciplinares orientados a la desistencia, el bienestar emocional y la construcción de una identidad prosocial. El acompañamiento sostenido y adaptado a las necesidades socioeducativas tiene potencial para promover regulación emocional y prevenir conductas de riesgo, incluso puede contribuir proactivamente a la salud mental. Este escenario brinda una oportunidad formativa estratégica entre educación social y pedagogía y Fiscalía de Menores a través del aprendizaje-servicio. La implicación activa en procesos restaurativos de menores no reincidentes con delitos menores permite el análisis de las competencias profesionalizantes demandadas, valorando su impacto en el desarrollo profesional y ético. El trabajo planteó un estudio de caso cualitativo centrado en seis estudiantes de pedagogía y educación social que participaron en un aprendizaje-servicio con menores infractores, que incluía una formación específica y una fase de implementación de programas personalizados. La estrategia metodológica principal fue el grupo de discusión: uno previo a la formación e intervención y otro posterior, complementado con las memorias autoevaluativas. Los resultados destacan la emergencia de cuatro categorías: (1) procesos de ajuste y aprendizaje profesionalizante, (2) competencias socioeducativas desplegadas, (3) condiciones colaborativas del acompañamiento y (4) deontología. Las estudiantes reformularon sus expectativas iniciales, priorizando objetivos educativos y reflexionando críticamente sobre su práctica. Además, capitalizaron aprendizajes como la adaptación, la desnaturalización de la violencia y la construcción de vínculos educativos. La colaboración entre pares y la evaluación compartida fortalecieron la intervención. Finalmente, emergió un compromiso deontológico, evidenciando que la intervención socioeducativa exige sensibilidad, responsabilidad y vocación, más allá del cumplimiento técnico de tareas. La experiencia analizada evidencia que el aprendizaje-servicio, aplicado en contextos de intervención con menores infractores, configura un escenario formativo integral que transforma la mirada profesional del estudiantado, articula saberes prácticos y éticos, y promueve una comprensión situada, crítica y comprometida de la acción socioeducativa
     
    Socio‑educational intervention with juvenile offenders integrates multidisciplinary knowledge aimed at desistance, emotional well‑being, and the construction of a prosocial identity. Sustained accompaniment tailored to socio‑educational needs has the potential to promote emotional regulation and prevent risk behaviours and can even contribute proactively to mental health. This context offers a strategic training opportunity connecting social education and pedagogy with the Juvenile Prosecutor’s Office through service‑learning. Active involvement in restorative processes with non‑recidivist minors responsible for minor offences enables the analysis of required professionalising competencies and an assessment of their impact on professional and ethical development. This study employed a qualitative case study centred on six pedagogy and social education students who took part in a service‑learning experience with juvenile offenders, which included specific training and an implementation phase of personalised programmes. The main methodological strategy was the discussion group-one prior to the training and intervention and another afterwards-complemented by self‑evaluation reports. The results highlight the emergence of four categories: (1) processes of adjustment and professional learning, (2) socio‑educational competencies demonstrated, (3) collaborative conditions of accompaniment, and (4) deontology. The students reframed their initial expectations, prioritising educational objectives and engaging in critical reflection on their practice. They also capitalised on learning such as adaptation, the denormalisation of violence, and the building of educational bonds. Peer collaboration and shared evaluation strengthened the intervention. Finally, a deontological commitment emerged, evidencing that socio‑educational intervention demands sensitivity, responsibility, and a sense of vocation beyond the mere technical completion of tasks. The analysed experience shows that Service‑Learning, when applied in contexts of intervention with juvenile offenders, constitutes a comprehensive formative setting that transforms students’ professional outlook, integrates practical and ethical knowledge, and promotes a situated, critical, and committed understanding of socio‑educational action
     
    A intervenção socioeducativa com menores infratores integra saberes multidisciplinares orientados para a desistência, o bem‑estar emocional e a construção de uma identidade pró‑social. O acompanhamento continuado e ajustado às necessidades socioeducativas tem potencial para promover a regulação emocional e prevenir comportamentos de risco, podendo inclusive contribuir proativamente para a saúde mental. Este cenário oferece uma oportunidade formativa estratégica que aproxima a educação social e a pedagogia do Ministério Público de Menores através da aprendizagem‑serviço. A implicação ativa em processos restaurativos de menores não reincidentes, autores de infrações de menor gravidade, permite analisar as competências profissionais requeridas e avaliar o seu impacto no desenvolvimento profissional e ético. O estudo adotou um estudo de caso qualitativo centrado em seis estudantes de pedagogia e educação social que participaram numa experiência de Aprendizagem‑Serviço com menores infratores, incluindo uma formação específica e uma fase de implementação de programas personalizados. A estratégia metodológica principal foi o grupo de discussãoum antes da formação e intervenção e outro posterior-complementado por memórias autoavaliativas. Os resultados salientam a emergência de quatro categorias: (1) processos de ajustamento e aprendizagem profissionalizante, (2) competências socioeducativas mobilizadas, (3) condições colaborativas do acompanhamento e (4) deontologia. As estudantes reformularam as suas expetativas iniciais, priorizando objetivos educativos e refletindo criticamente sobre a sua prática. Além disso, capitalizaram aprendizagens como a adaptação, a desnaturalização da violência e a construção de vínculos educativos. A colaboração entre pares e a avaliação partilhada fortaleceram a intervenção. Por fim, emergiu um compromisso deontológico, evidenciando que a intervenção socioeducativa exige sensibilidade, responsabilidade e vocação, para além do mero cumprimento técnico de tarefas. A experiência analisada mostra que a Aprendizagem‑Serviço, aplicada em contextos de intervenção com menores infratores, configura um cenário formativo integral que transforma o olhar profissional do corpo discente, articula saberes práticos e éticos e promove uma compreensão situada, crítica e comprometida da ação socioeducativa.
    Palabras clave
    Justicia juvenil
    Aprendizaje-servicio
    Desarrollo profesional
    Intervención socioeducativa
    Ética profesional
    Materia
    Aprendizaje servicio
    Service learning
    URI
    https://hdl.handle.net/10259/12266
    Versión del editor
    https://doi.org/10.7179/PSRI_2026.49.16
    Aparece en las colecciones
    • Artículos EDINTEC
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